Qualquer coisa que me anda a matracar!
Archive for August, 2008
Livros escolares na Madeira
Aug 29th

A escola começa a 22 de Setembro e os pais que se podem dar ao “luxo” de comprar os livros para o filho(s) também já andam por ai, a procura dos mesmos.
Bem assim sendo fica abaixo o artigo do DN Madeira sobre o atrasos nos livros…
Em relação a capa do diario… bem a isso não teço sequer comentários….
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| Falta de manuais lança caos |
| A compra da ‘asa’ e da ‘texto editores’ pelo grupo leya lançou confusão nas livrarias |
| Data: 29-08-2008 |
A 22 de Setembro, no primeiro dia de aulas, 36 mil estudantes do ensino básico e secundário da Região podem ainda não ter todos os manuais escolares obrigatórios dentro da mochila. Segundo Maria de Lurdes Santos, proprietária da ‘Livraria Esperança’, a mais antiga do Funchal, a falta de livros nas prateleiras é geral e afecta sobretudo os manuais escolares fornecidos pelas ‘Edições Asa’ e pela ‘Texto Editores’.A menos de um mês do arranque do ano lectivo, Tobias Rodrigues já está cansado de percorrer o Funchal com a lista dos livros na mão. Da sua passagem pelas livrarias o futuro aluno do curso de Ciências e Tecnologias da Escola Secundária Francisco Franco conseguiu reunir apenas um ou dois manuais. Ontem, quando entrou na ‘Livraria Esperança’ faltavam-lhe ainda comprar três, edições da ‘Asa’ e da ‘Texto Editores’.Na livraria da Rua dos Ferreiros, o Tobias também não teve sorte, e saiu de mãos a abanar. “A falta de livros é geral”, desabafou Maria de Lurdes Santos, dona deste estabelecimento comercial. A sua longa experiência à frente da ‘Livraria Esperança’ leva-a a assegurar que, este ano, quando começarem as aulas, “mais de 80 por cento dos alunos não vão ter livros”.”Todos os anos é um pouco pior que no ano anterior, mas este ano isto está um caos”, refere, acrescentando que todo o problema decorre dos atrasos de fornecimento dos livros da parte das editoras. “São as concentrações de editoras na posse de um só grupo, a Leya”, apontou. E seguiu: “É um problema nacional”. A venda de manuais escolares também ficou abalada com a indefinição do Ministério da Educação quanto à alteração dos programas escolares, lembrou Maria de Lurdes Santos. “No início do ano vai ser uma confusão muito grande”, referiu a responsável pela ‘Livraria Esperança’, acrescentando que as outras casas também andam ‘às aranhas’. Na livraria virtual também não há Embora seja mais fácil e cómodo comprar pela Internet, perante este cenário de atrasos no fornecimento do mercado, a livraria virtual não é uma solução, pois aí o manual também não estará disponível. “Ainda temos alguns títulos pendentes”, revelou ao DIÁRIO, o director da livraria online ‘Webboom’ (www.webboom.pt). Segundo Rui Aragão, as editoras do grupo ‘Leya’ têm ainda uma elevada percentagem de títulos em falta. “Sofreram uma recente restruturação e estão a fazer um esforço fantástico a nível logístico para tratar os atrasos”, disse, acrescentando que acredita que tudo se resolverá a tempo do arranque do novo ano lectivo escolar. ‘novo PROGRAMA’ AFECTA LIVROS do 9º ano Quando o programa da disciplina muda, e, por conseguinte, o livro adoptado, os encarregados de educação têm mais dificuldades em encontrar os manuais escolares para os seus educandos, mesmo que os comecem a procurar no início do Verão. Na livraria ‘Anny e Johnny’, os manuais escolares de 9º ano, encomendados no início de Junho, ainda não chegaram ao Centro Comercial do Bom Jesus. Como os livros são novos, e só foram definidos pelos professores no final do ano lectivo anterior, eles ainda não estão disponíveis nas prateleiras das livrarias. Segundo explicou ao DIÁRIO Rui Aragão, director da livraria virtual ‘Webboom’, as editoras só mandam imprimir os manuais escolares depois de saber quais foram as escolhas das escolas. Jogam pelo seguro e apenas produzem as quantidades cujas vendas são dadas como certas, daí que os anos de adopção de novos livros sejam aqueles que têm mais probabilidade de gerar problemas. “As adopções são comunicadas tardiamente para os editores, que têm um período apertado, em pleno Verão, onde as gráficas podem até estar encerradas, para efectuar as produções, o que pode dificultar o fornecimento do mercado”, explicou Rui Aragão.
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Falar de quem ou de quem?
Aug 14th
Falar do assalto ao Bes?
Da descida do petroleo?
Do meu novo trabalho?
Do calor que não me deixa dormir?
Da maquina fotografica que nao me sai da cabeça?
Na placa da TMN que não chega?
hummmm
Não me apetece…
Noutro dia…
